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Posts Tagged ‘1912’

Titanic x Religião. Quais os verdadeiros laços que prende esses extremos?

O impossível havia acontecido: O Titanic já estava nos braços do Atlântico. Imagem: fanpop.com

1910. Um folheto publicitário circula pela cidade de Southampton anunciando o maior navio feito pelo homem, denominado Titanic. A idéia, ou melhor, o conforto mental sobre o quesito de tecnologia do Titanic era suficiente para que a população local julgassem o navio como o insubersível. Comportas automáticas que se fechavam na presença de água, era coisa de outro mundo. O problema é que essa confiança foi elevada ao máximo, e estavam tão empolgados com o novo brinquedinho automático que não permitiram a acoplação de mais botes salva-vidas, ainda mais depois do sucesso que foi a viagem inaugural do Olympic.
Os engenheiros e construtores envolvidos na construção do Titanic julgavam que: Era praticamente impossível o naufrágio do Titanic devido ao sistemas de comportas automático à prova d’água, que possibilitava manter o navio em nível no caso de colisão frontal do qual destruísse até o quarto compartimento. Ninugém havia dito que seria completamente impossível afundar o navio, já que essa frase provavelmente originou-se do povo.
O naufrágio do Titanic, segundo vários estudos e pesquisas, rende um leque gigante de fatores, que irei detalhar cada um deles em posts futuros. Mas de modo resumido, foi um grande azar o navio ter raspado o casco no gelo a modo que deixasse o quinto/sexto compartimento estanque aberto. Pelo tamanho do estrago (uma extensão de buracos de 90 metros, aproximado) deu o resultado de um cálculo que Andrews não precisou fazer: O Titanic iria afundar.

O envolvimento da religião e suas crenças

O susto foi grande e por isso a maioria das pessoas acredita que Deus teria castigado o navio. Uma série de fatores leva muita gente crer isso: Céu extremamente estrelado, águas calmas e o capitão ignorando os vários avisos de iceberg na região. Religiosamente falando, seria possivel afirmar que Deus teria alertado, enviando então os avisos de gelo? O excesso de estrelas para deixar tudo pouco mais claro, afim de melhor visualização do mar? As águas calmas afim de evitar movimentos bruscos no controle do navio?
Questão de crença. Para a ciência, basta explicações técnicas, cálculos e perícias para descobrir que foi puro azar. Para religiosos, tudo isso foi apenas um passo a passo da destruição do ícone maquiavélico, e que mesmo assim teve sua bondade apresentada.

É isso.

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O carro que pertenceu a William Carter
Em 1912, quando o Titanic embarcou, o milionário William Carter (que embarcou com sua esposa Lucile Carter e seu filho Billy Carter) comprou um modelo novo da Renault, o Towncar 1912, o qual embarcou junto com o navio.
Na noite do naufrágio, 14 de abril, O Sr. Carter passou as últimas horas no navio num jantar privilegiado com o Capitão Smith e outros proeminentes passageiros. Após a Colisão, ele e sua família conseguiram se salvar, mas em botes separados. Eles se encontraram novamente no navio resgate, Carpathia.
O Renault ficou no porão de carga do navio e não pode ser salvo. Durante o decorrer dos anos, a família Carter tentou achar meios de encontrar os destroços do navio para recuperar os bens da família. Mas o navio foi descoberto pouco mais tarde, em 1985, pelo oceanógrafo Robert Ballard. Billy Carter, ainda vivo quando os destroços foram descobertos, nunca gostou de falar sobre o navio, nem se sabe se ele viu fotografias ou filmagens do grande vapor.
Em 1997, James Cameron requisitou uma réplica fiel do Renault Towncar para a mega produção “Titanic”, com a companhia 20th Century Fox. Tudo foi criado detalhadamente.
No filme “The Ghost of the Abyss”, também de Cameron, eles exploram o interior dos destroços, do qual se pode ter uma pequena visão dos restos mortais do veiculo.
towncar 1912

Réplica do Renault Town Car 1912. imagem: conceptcarz.com

 

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